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01/04/2018

A Luz brilhou na escuridão do mundo!

Jesus Cristo ressuscitou. Aleluia!

 

Na manhã do primeiro dia da semana, ainda escuro, Maria Madalena encontrou o sepulcro vazio. É o primeiro dia da semana, o início de uma nova era, de um novo tempo, uma nova realidade onde se cumpre plenamente o projeto do Pai. A noite se faz dia. A ressurreição de Jesus vem nos mostrar que a vida dedicada ao próximo, no amor incondicional, até as últimas consequências, é o caminho para a plena felicidade.

 

A Comunidade criada por Jesus estava perdida, desamparada, acreditando que a morte havia triunfado e, por isso, foram procurá-lo no sepulcro. Pela lógica do mundo, tudo estava acabado, Jesus havia fracassado, pois a sua entrega total em favor dos pobres e excluídos o levaram à morte, à derrota. A Ressurreição de Jesus prova o contrário. A vitória sobre a morte é resultado de uma vida vivida do amor ao extremo.

 

Esse é o convite feito a cada um de nós nos dias de hoje. Viver a vida intensamente, no amor e no respeito às outras pessoas, buscando a felicidade mostrada por Jesus, que não é individual, irresponsável, egoísta. Na contramão dos ensinamentos do mundo, somos convidados a viver o amor e a paz, que são frutos da justiça.

 

 

 

Páscoa do Senhor

A morte foi vencida para sempre!

As trevas da indiferença, do egoísmo e da autossuficiência, a noite da morte, foram vencidas pela manhã sublime da ressurreição. Com passos largos e confiantes caminhamos ao encontro de Cristo, vida em plenitude, e o encontramos vivo e ressuscitado. A luz da fé pascal nos faz vê-lo presente: "Ele está no meio de nós". Caminhemos, pois, pressurosos e decididamente, pois Ele é nosso futuro. Aleluia! A Ele nosso louvor e gratidão! Aleluia!

 

 

 

Liturgia da Palavra

Deus nos fala

 

As portas da eternidade se abriram pela ressurreição de Cristo. Tornou-se possível vencer toda opressão, até mesmo a da morte, e alcançar a verdadeira libertação. A Comunidade reunida no Ressuscitado é chamada a ser no mundo fermento da vida nova em Cristo.

 

 

 

Primeira Leitura - At 10,34a.37-43

Leitura dos Atos dos Apóstolos:

Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: "Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda a parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele.

E nós somos testemunhas de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram, pregando-o numa cruz.

Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos.

E Jesus nos mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: 'Todo aquele que crê em Jesus recebe, em seu nome, o perdão dos pecados'".

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus!

 

 

 

Salmo Responsorial - Sl 117

Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!

 

Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! "Eterna é a sua misericórdia!" A casa de Israel agora o diga: "Eterna é a sua misericórdia!"

 

A mão direita do Senhor fez maravilhas, a mão direita do Senhor me levantou. Não morrerei, mas, ao contrário, viverei para cantar as grandes obras do Senhor!

 

A pedra que os pedreiros rejeitaram tornou-se agora a pedra angular. Pelo Senhor é que foi feito tudo isso: Que maravilhas ele fez a nossos olhos!

 

 

 

Segunda Leitura - Cl 3,1-4

Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses:

Irmãos: Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto, onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às coisas celestes e não às coisas terrestres. Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com Cristo, em Deus. Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus!

 

 

 

Sequência

Cantai, cristãos, afinal: "Salve, ó vítima pascal!" Cordeiro inocente, o Cristo abriu-nos do Pai o aprisco.

 

Por toda ovelha imolado, do mundo lava o pecado. Duelam forte e mais forte: é a vida que enfrenta a morte.

 

O rei da vida, cativo, é morto, mas reina vivo! Responde, pois, ó Maria: no teu caminho o que havia?

 

"Vi Cristo ressuscitado, o túmulo abandonado. Os anjos da cor do sol, dobrado ao chão o lençol...

 

O Cristo, que leva aos céus, caminha à frente dos seus!" Ressuscitou de verdade. Ó Rei, ó Cristo, piedade!

 

 

 

Evangelho - Jo 20,1-9

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, escrito por João:

No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: "Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram".

Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo.

Olhando para dentro, viu as faixas de linho no chão, mas não entrou.

Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão e o pano que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.

Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.

De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura, segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.

 

 

 

Reflexão

O "primeiro dia" começa com uma cena de caráter nupcial: a busca e o encontro de Maria Madalena — figura da Comunidade/esposa — com Jesus, o Messias/Esposo, no horto, jardim. Era ainda a hora das trevas, a noite não terminara e Madalena tem pressa de chegar ao túmulo. É Madalena quem vai à busca, "bem de madrugada, quando ainda estava escuro", numa alusão do evangelista ao Cântico dos Cânticos: "Em meu leito, pela noite procurei o amado da minha alma. Procurei-o quando ainda estava escuro e não o encontrei" (Ct 3,1).

Na cultura judaica, quando o senhor deixava o pano dobrado sobre a mesa era o sinal de que ainda voltaria para continuar a refeição. O evangelista faz-nos saber que o Cristo nos deixou o sinal de que voltaria para cear conosco: o pano que cobria sua cabeça estava dobrado ao lado e não amassado junto às faixas que cobriam o seu corpo. A pedra nunca mais fechará a entrada do túmulo vazio. Ela não pode impedir a Vida de se alastrar pelo mundo. Ninguém deterá o Ressuscitado e Ele continuará a sua travessia no meio dos homens e mulheres de todos os tempos. Como Madalena, símbolo dessa Igreja nascente que deve anunciar o amor fraterno, cabe a nós testemunhá-lo Vivo e Presente entre os que são capazes de repartir o pão como partilham seus corpos e suas ternuras. Esta é a primeira e derradeira experiência de fé. Satanás foi condenado para sempre a ser o senhor dos medíocres e o príncipe dos resignados.

O Ressuscitado nos convida a vencer o medo e sair do nosso sepulcro interior. Jesus e Madalena formam o novo casal primordial nesse jardim onde é anunciada a nova criação que dará continuidade à vitória da Vida pela destruição da Morte. O jardim do Éden, da primeira Criação, em que Adão e Eva se omitiram ao comer dos frutos da árvore da Vida, foi superado para todo o sempre. Jesus continua vivo em cada comunidade fraterna, cristã ou não, pois sua entrega radical, sua ressurreição e a nova criação foram para toda a humanidade, de todos os tempos e lugares.

Cada menor gesto de solidariedade, cada abandono da nossa segurança pessoal, cada passo em direção aos que sofrem é uma ressurreição vingada. Caso contrário, nos tornaremos cúmplices de um túmulo vazio em que habitam e ecoam os impulsos de morte. Nossa comunidade eclesial, como esposa adornada em manhãs de ressurreição, deve responder aos afagos de ternura do Cristo com uma entoação de êxtase: "Eu sou para o meu amado e meu amado é para mim, ele que apascenta entre os lírios" (Ct 6,3).

Por essa razão, neste domingo pascal, podemos, sem nenhum pudor, suplicar como a Amada: "Beija-me com os beijos de sua boca!" (Ct 1,2)

Pe. Paulo Botas, mts 

Este texto faz parte do folheto litúrgico deste domingo - Deus Conosco - Ed. Santuário.

 

 

 

 

 

Se Cristo não tivesse ressuscitado, vã seria nossa fé. Por isso hoje a Igreja está em festa.  É a maior festa de todo o calendário litúrgico.

A partir da ressurreição de Jesus, nossa esperança nunca será em vão, nunca decepcionará.

Neste "novo amanhecer" contemplemos Jesus Cristo, o "Servo" obediente do Pai, constituído Senhor de toda a criação. Alegremo-nos diante de tão grande mistério de amor, fundamento de nossa fé e sentido último de nossa vida. Se pela fé participamos da sua morte, com Ele participaremos de sua glória. Deixemos, pois, a escuridão e frieza do "túmulo", para acolhermos o Sol da Ressurreição.

 

A Comunidade Paroquial da

Basílica do Carmo de Campinas deseja a

todos uma

Feliz e Santa Páscoa!

 

 

 

 

 

 

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