Basílica
 Dados Gerais do Carmo
 Basílica Tombada
 Significado Histórico
 Pobre Matriz Rica
 Basílica na História
 Outras Informações
 Livro da Basílica
 Pinturas
 Iconografia
 Órgão Tamburini
 Coral Vozes do Carmo
 Horários de Missas
 Horários de Confissões
Paróquia
 Histórico
 Párocos
 Pastorais
 Atividades
 Calendário Anual
 Horários
 Batizados
 Casamentos
 Escola Paroquial
 Capela N.Sra.Boa Morte
 Templo Votivo
 
N. Sra. do Carmo
 Festa: 16 de Julho
 Devoção e História
 Novena
 Cânticos
 Oração
 Reza do Terço

 

 

 

 

 

 Recomende este site

 

 

 
 

...

 

 

 

 

Carta aos Fiéis da Arquidiocese de Campinas
a ser lida nas santas Missas e nas outras celebrações
em todas as Paróquias e Comunidades

Estimados irmãos e irmãs,
a todos vós uma saudação afetuosa
no Senhor nosso, Jesus Cristo.

1. No dia 11 de outubro, o Santo Padre, o Papa Bento XVI, presidiu a solene Missa de abertura do ANO DA FÉ, na Praça de São Pedro em Roma que se estenderá até a festa de Cristo Rei do Universo em novembro do próximo ano.

Este é um grande acontecimento para toda a Igreja, pois recorda os 50 anos do início do Concílio Vaticano II e os 20 anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica.

2. Em sua Carta Apostólica em forma de Motu Proprio, intitulada Porta fidei, o Santo Padre diz, na primeira linha, que “A PORTA DA FÉ (cf. At 14,27), que introduz na vida de comunhão com Deus e permite a entrada na sua Igreja, está sempre aberta para nós. É possível cruzar este limiar, quando a Palavra de Deus é anunciada e o coração se deixa plasmar pela graça que transforma” (cf. Porta fidei, 1).

3. O Ano da Fé será para todos nós um convite para uma autêntica e renovada conversão ao Senhor (Porta fidei, 6), cujo caminho já iniciamos com o Batismo. Nele, fomos sepultados com Cristo na morte para, como Ele ressuscitou e renovou a vida, caminhemos nessa vida nova (Rm 6,4).

A fé que recebemos no Batismo, acontece em nossas vidas através do amor (Gl 5,6) e torna-se um novo critério de entendimento e de ação para a vida de todos. Este amor, que é o amor de Cristo em nossos corações, nos impele a evangelizar. Nestes tempos, como Igreja de Cristo, faz-se necessário maior empenho e convicção que efetive uma nova evangelização para descobrirmos de novo a alegria de crer e o entusiasmo para comunicar a fé.

4. Respondendo ao chamado do Santo Padre, em nossa Arquidiocese, com suas Paróquias, Comunidades, Famílias Religiosas, Movimentos, Associações e todas as suas forças vivas, queremos celebrar este Ano da Fé de forma digna e fecunda.

Vamos intensificar nossa reflexão sobre a fé, para ajudar todos os que creem no Cristo a tornarem mais consciente e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo neste tempo de profundas mudanças.

5. Durante este Ano da Fé, teremos muitas oportunidades de confessar a fé no Senhor Ressuscitado na nossa catedral e nas igrejas de nossa Arquidiocese, nas nossas casas e no meio das nossas famílias. Isso possibilitará que cada pessoa sinta fortemente a exigência de conhecer melhor e de transmitir às gerações futuras a fé que recebemos.

Neste Ano da Fé, buscaremos formas de fazer publicamente nossa profissão de Fé com renovada convicção, confiança e esperança.

Será também um ano especial e próprio para intensificarmos a celebração da fé na “liturgia, particularmente na Eucaristia, que é «a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força» (Porta fidei, 9)”.

6. No mundo de hoje, não podemos nos esconder ou esconder o que cremos. Nossa fé, por ser um ato da nossa liberdade, exige assumir a responsabilidade social daquilo que se acredita. Nossa profissão de fé é um ato pessoal e ao mesmo tempo comunitário.

7. O Ano da Fé será uma ótima ocasião para darmos também nosso testemunho cristão através da caridade. O Apóstolo São Paulo nos lembra que “Agora permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e a caridade; mas a maior de todas é a caridade” (1 Cor 13, 13). … A fé sem a caridade não dá fruto, e a caridade sem a fé seria um sentimento constantemente à mercê da dúvida. Fé e caridade reclamam-se mutuamente, de tal modo que uma consente à outra realizar o seu caminho. (Porta fidei, 14).

8. Encerro estas linhas com as palavras que o Santo Padre utilizou: “…Que «a Palavra do Senhor avance e seja glorificada» (2 Ts 3, 1)! Possa este Ano da Fé tornar cada vez mais firme a relação com Cristo Senhor, dado que só n’Ele temos a certeza para olhar o futuro e a garantia dum amor autêntico e duradouro” (cf. Porta fidei, 15).

9. Que a Mãe de Deus, proclamada feliz porque acreditou (cf. Lc 1,45), venerada em nosso Brasil com o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, nos inspire e nos ajude para sermos fiéis discípulos missionários.

Dom Airton José dos Santos
Arcebispo Metropolitano de Campinas

 

 

 

 

 

Biografia de Dom Airton José dos Santos

Arcebispo Metropolitano de Campinas

Dom Airton José dos Santos nasceu na cidade de Bom Repouso, no Sul de Minas Gerais, no dia 25 de junho de 1956, primeiro dos sete filhos do casal José Julião dos Santos e Benedita Vieira da Fonseca.

Em 1964, a família mudou-se para a Vila Vivaldi, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Permaneceram na cidade até 1967, quando mudaram-se para a Vila Sacadura Cabral, na cidade de Santo André.

Em 1979, aos 23 anos, o jovem Airton ingressou no Seminário da Diocese de Santo André.

Cursou Filosofia no período de 1979 a 1981, nas Faculdades Associadas do Ipiranga (FAI), em São Paulo, obtendo o título de Bacharel em Filosofia com Licenciatura Plena. No ano seguinte, em 1982, ingressou no Curso de Teologia da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, no Ipiranga, em São Paulo.

Foi ordenado Diácono no dia 31 de agosto de 1985 e Presbítero no dia 08 de dezembro do mesmo ano, por Dom Cláudio Hummes, então Bispo da Diocese de Santo André.

Iniciou o seu ministério sacerdotal em março de 1986, como Vigário Paroquial da Paróquia Imaculada Conceição, em Diadema, SP. Em 1987, foi nomeado também como Diretor e Formador na Casa de Formação dos Seminaristas da Filosofia do Seminário Diocesano de Santo André, cargo que ocupou até o final de 1997. Neste período, entre 1986 e 1997, exerceu outros serviços na Diocese como Vigário Regional da Região Pastoral de Diadema; Coordenador Diocesano da Pastoral Vocacional; Administrador Paroquial da Paróquia Imaculada Conceição, em Diadema; Coordenador Diocesano da Pastoral Familiar; membro do Conselho de Presbíteros; e membro do Colégio de Consultores.

No período de agosto de 1998 a junho de 2000 permaneceu em Roma, residindo no Pontifício Colégio Pio Brasileiro, onde obteve o Título de Mestre em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.

De volta a Santo André, foi nomeado por Dom Décio Pereira, Bispo Diocesano, em outubro de 2000, como Chanceler do Bispado e, em setembro do mesmo ano, como Ecônomo da Diocese. No dia 18 de março de 2001, foi nomeado Pároco da Catedral Diocesana de Santo André, sucedendo a Dom Manuel Parrado Carral, até esta data Pároco da Catedral, nomeado Bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Paulo.

No dia 19 de dezembro de 2001 foi nomeado pelo Papa João Paulo II como Bispo Titular de “Felbes” e Auxiliar para a Diocese de Santo André. Recebeu a Ordenação Episcopal no dia 02 de março de 2002, em São Bernardo do Campo, Diocese de Santo André, sendo sagrante Dom Décio Pereira e Co-Sagrantes Dom David Picão e Dom Manuel Parrado Carral. Tomou posse na Quinta-feira Santa do mesmo ano, sendo apresentado ao Clero e ao Povo, na Missa dos Santos Óleos.

Escolheu como lema episcopal “Ut faciam Deus, voluntatem tuam” (Hb 10,9), que quer dizer: “Eu vim, ó Deus, para fazer a tua vontade”.

Com o falecimento do Bispo Diocesano, Dom Décio Pereira, no dia 05 de fevereiro de 2003, Dom Airton foi eleito pelo Colégio de Consultores como Administrador Diocesano de Santo André, cargo que ocupou até a nomeação de Dom Nelson Westrupp. Dom Airton permaneceu como Bispo Auxiliar, em Santo André, exercendo as funções de acompanhamento das Pastorais Familiar, da Juventude, da Educação e do Ensino Religioso e a função de Secretário do Conselho Episcopal do Regional Sul 1 da CNBB.

No dia 04 de agosto de 2004, o Papa João Paulo II nomeou Dom Airton como o quarto Bispo da Diocese de Mogi das Cruzes, onde tomou posse canônica no dia 26 de setembro de 2004.

Na 74ª Assembleia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, realizada entre os dias 07 e 09 de junho de 2011, em Aparecida, Dom Airton foi eleito Presidente do Sub-Regional São Paulo II e Presidente da Comissão para a Liturgia.

 

 

 

 

 

Rádio da Arquidiocese

 

 

 

 

 

Saiba mais

Pároco Atual  

Liturgia Dominical  

  Liturgia Diária  

Horários da Basílica  

Carmelitas em Campinas  

Imagens e Idolatria  

Links  
  AVISOS  
Escapulário

Origem  

Espiritualidade

 

 

 

 

 

 

Google

 

 

 

 

 

 

 

 
© desde 25/12/2006 - Basílica Nossa Senhora do Carmo - Campinas - SP - Brasil