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24 de dezembro

Natal de Nosso Senhor

Jesus Cristo

Missa da Noite

 

 

Mais uma vez é Natal! Celebração que pode ser de luz ou de trevas, de esperança ou de ilusão, de paz ou de conflito... Vai depender de com qual espírito estaremos revestidos. A festa automaticamente já acontece, por força de tradição. Para muita gente não passa disso: presentes, relacionamentos amistosos, votos, mesas fartas... É preciso abrir a mente e o coração para a graça, pois Deus está mandando seu próprio Filho para nos salvar. Será que vai haver lugar para o Menino nascer?

Noite de Natal! Nossa comunidade é convidada a abrir os braços, como Maria, e acolher com alegria o maior presente que Deus fez à humanidade: o seu próprio Filho. Que nossa Comunidade seja, nesta noite, o presépio de Belém e o colo de Maria, para acolher com júbilo o mistério da Encarnação.

 

 

"O Amor Eterno se fez criança em Belém!"

Celebramos nesta noite bendita a encarnação do Senhor, expressão grandiosa de seu amor para com a humanidade. Para concretizar sua promessa de paz e de salvação, Deus quis assumir nossa condição, escolhendo nascer humilde entre os humildes para nos mostrar que Ele age preferencialmente nos corações simples. A frágil e dócil criança, que nesta noite encontramos na manjedoura, é o Filho de Deus, verdadeiro sinal de esperança para o mundo. 

 

 

 

Liturgia da Palavra

 

Deus nos fala

Desde os tempos antigos, o povo de Deus aguardava ansiosamente a instauração da justiça e da paz. Apesar dos muitos sofrimentos vividos, o povo mantinha a confiança de que Deus não havia se esquecido dele. Por isso, o anúncio do nascimento de Jesus tornou-se motivo de grande alegria para as pessoas de todos os tempos. Deus realmente não se esqueceu de nós.   

 

 

 

Primeira Leitura - Is 9,1-6

Leitura do Livro do Profeta Isaías:

O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu.

Fizeste crescer a alegria e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos.

Pois o jugo que oprimia o povo - a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais - tu os abateste como na jornada de Madiã.

Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da paz.

Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar essas coisas.

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus!

 

 

 

Salmo Responsorial - Sl 95

Hoje nasceu para nós o Salvador, que é Cristo, o Senhor.

 

Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! Cantai e bendizei seu santo nome!

 

Dia após dia anunciai sua salvação, manifestai a sua glória entre as nações, e entre os povos do universo seus prodígios!

 

O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem e exultem as florestas e as matas

 

na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade.

 

 

 

Segunda Leitura - Tt 2,11-14

Leitura da Carta de São Paulo a Tito:

Caríssimo: A graça de Deus se manifestou trazendo salvação para todos os homens. Ela nos ensina a abandonar a impiedade e as paixões mundanas e a viver neste mundo com equilíbrio, justiça e piedade, aguardando a feliz esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo.

Ele se entregou por nós, para nos resgatar de toda maldade e purificar para si um povo que lhe pertença e que se dedique a praticar o bem.

- Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor!

 

 

 

Evangelho - Lc 2,1-14

Anúncio do Evangelho de Jesus Cristo, escrito por Lucas:

Aconteceu que, naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra.

Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal.

Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galileia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judeia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.

Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria.

Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho.

Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. O anjo, porém, disse aos pastores: "Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura".

E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da coorte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados".

- Palavra do Senhor.

- Graças a Deus!

 

 

 

Reflexão

Chegou o dia esperado. A eternidade penetrou a terra inteira e alcançou cada coração humano. Cristo nasceu em Belém! O Verbo eterno do Pai armou sua morada entre nós! Bendito seja o Senhor que se lembrou de seu povo!

O nascimento de Cristo é a realização de todas as promessas do Pai. Por amor, o Senhor sai de seu mistério, e por amor se revela a nós. Ele vem ao encontro dos frágeis seres humanos, tão necessitados de vida e de salvação. Já é interessante percebermos que o Senhor "se rebaixa" vindo até nós, e às vezes nós buscamos "nossa elevação", desejamos holofotes sobre nós. Interessante: o eterno de grande se fez pequeno, humilde, sereno, nascendo numa gruta de Belém, na periferia, longe dos palácios e lugares de importância. Se julgamos que ser importante é ocupar lugar de destaque, o próprio Deus inverte esse pensamento, fazendo-se humilde. A Carta aos Filipenses nos relata tamanha sujeição divina: "Apesar de sua condição divina, ele não reivindicou seu direito de ser tratado igual a Deus. Ao contrário, aniquilou-se a si mesmo e assumiu a condição de servo..." (Fl 2,5-11).

Não somos nem capazes de imaginar o tamanho do amor de Deus por nós. Ele está muito além de nossa própria imaginação. Como pode um Deus revestir-se de nossa fragilidade humana? Como pode o Senhor "rebaixar-se" à nossa altura e nos dar a plenitude de sua vida? Quanta gratidão devemos ter para com nosso Deus! E quanta ingratidão vemos para com Ele: indiferença, frieza, exclusão, menosprezo...! Rejeitar o amor sem limites é o maior erro que o ser humano pode cometer.

A iniciativa do amor divino é para ser acolhida. Ele se fez Palavra encarnada. Ao contemplarmos o presépio, esse sentimento da Palavra encarnada deve tomar conta de nós. Os simples assim compreendem o sentido do presépio. É convite para ser uma criatura nova, um Homem novo. Por isso, a luz que brilhou no mundo não pode ser rejeitada, pois ela é vida em nossa vida.

Os sistemas geradores de morte no mundo são interrogados diante do Natal do Senhor, pois a Luz que penetrou o mundo interroga e desestabiliza as atitudes egoístas, interesseiras e que desprezam a dignidade da vida. A miséria material, assim como as atitudes mesquinhas do coração vêm interrogar nosso jeito de ser cristão hoje, aqui e agora.

Acordemos, e redescubramos o sentido do nascimento de Cristo: O amor que se tornou salvação!

 

Redação Deus Conosco 

Folheto litúrgico -  Ed. Santuário (24/12/2016)

 

 

 

 

Liturgia da Palavra - Missa do Dia de Natal

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